O trabalho dele era muito tenso e a bebida sempre foi sua escolha para aliviar a tensão.

Atualizado: 31 de out. de 2021

O que ele não imaginava é que a bebida seria o adversário mais silencioso e nocivo que teria na vida.


“Já bateu a meta?”, alguém me pergunta pelo menos três vezes por semana. E essa tensão me corrói. Sempre fui um profissional muito determinado e competente para conquistar meus objetivos.


Meu nome é Lúcio, tenho 46 anos e sou diretor comercial de uma grande empresa do agronegócio. Minha vida é muito boa, não tenho do que reclamar. Moro no interior com minha esposa e minha filha de 3 anos. Meu trabalho é próximo de casa e o aeroporto também, afinal passo vários dias do mês fora de casa, em atendimento aos nossos representantes comerciais pelo Brasil.


Desde adolescente, no meu primeiro emprego, eu já bebia quando voltava para casa para relaxar do dia que tive. Que mal há nisso? Eu mereço, sempre pensei. E fazia isso todos os dias. Não bebia muito, eram sempre 2 ou 3 latinhas de cerveja, e às vezes uma dose de whisky ou gin. Nunca deixei de beber nem nos dias que tomava antibiótico ou ia fazer exame de sangue, que pede jejum alcoólico.


E os anos se passaram e eu nesta mesma batida. Eu me vangloriava de não ficar bêbado, para mim isso era um prêmio, afinal eu era resistente.

Nas minhas viagens eu pedia um balde de cervejas no quarto do hotel no dia da chegada, e tomava todas sempre que eu chegava. Como fazia inúmeras reuniões online, mesmo antes da pandemia, peguei-me escondendo cerveja em canecas de café no fim do dia para participar das reuniões. Que vergonha!


Saia para jantares com os melhores clientes e o cartão corporativo comia solto. Restaurantes legais e vinhos de primeira qualidade para a comemoração da parceria.


Com essa vida, acabei me transformando em um alcoólatra. Não sabia mais parar. E a quantidade aumentando e eu dependente total do álcool.


De uma forma silenciosa como se fosse um cliente que vai te “dar o bote” nos minutos finais da negociação, eu senti o álcool controlar minha vida.


Minha esposa não falava nada. Ela percebia que eu exagerava, mas eu não era de dar vexames então acho que ela não ligava. E eu percebia a cada dia que não conseguia mais ficar sem. Nem mesmo nos almoços em casa ou de negócios.


Eu tentei parar várias vezes, afinal eu era super determinado. Mas percebi que não conseguia. Ele era mais forte do que eu. Pensei em procurar o AA, mas a vergonha de chegar lá e dizer que sou alcoólatra, de participar das reuniões, acabaram me fazendo desistir da ideia.

Um dia, eu estava lendo o jornal e vi uma matéria do Tartuci, que também era executivo e teve problemas com o álcool, falando que ele tinha criado um aplicativo chamado Dei um Tempo para ajudar as pessoas que estavam naquela condição. Na verdade, na minha condição. Eu imediatamente baixei o app e entrei em um plano para experimentar a jornada, afinal era tudo o que eu queria: privativo, online, fácil e sem selar um compromisso de nunca mais beber. E eu podia fazer sem contar a ninguém, nem à minha própria esposa.


Desde o meu primeiro dia minha vida mudou radicalmente. O começo foi extremamente difícil, mas com os vídeos diários e os podcasts te trazendo as mensagens que você precisa ouvir, tudo fica mais fácil. Isso sem falar da rede social, que é o ponto alto do App. Não só o próprio Tartuci está sempre presente nos apoiando, como todo o time da D1T e os colegas de jornada que não deixam cair a peteca. Trocar experiências com este grupo cheio de gente como eu foi simplesmente incrível.


Eu aprendi a viajar sem o álcool, como participar dos mesmos jantares corporativos sem beber e sem deixar de curtir, como chegar no meu quarto e cumprir meu ritual de relaxamento de outra forma e principalmente, como me aceitar do jeito que eu sou mas sem subestimar os adversários que não alertam ao chegar.


Hoje eu me conheço muito mais. Eu sei exatamente o que eu ganho e o que eu perco com a bebida. E não quero ela na minha vida. Estou infinitamente melhor. Sou um pai mais presente, mais inteiro com a minha família que curto por mais horas no final de semana e não quero a versão antiga para mim. Não digo nunca mais, mas pretendo manter esta abstinência por no mínimo um ano e aproveitar tudo o que ganhei.


Se você se identificou com o Lúcio, saiba que ele é um personagem fictício, mas seus relatos foram extraídos de várias histórias absolutamente verdadeiras e comuns nas redes sociais do Dei um Tempo por pessoas reais, que vivem diariamente esses problemas e que lá estão.


Você não está sozinho nesta luta. E nós podemos ajudar você. Não perca tempo e clique aqui para conhecer mais como sair dessa e como funciona nosso método. Sua privacidade é totalmente reservada e você não precisa contar a ninguém que está se cuidando conosco.




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