A diversão predileta dele era chamar os amigos para beber em casa.

Atualizado: 3 de nov. de 2021

Até que os momentos de prazer se transformaram em bagunça e vergonha para ele e sua família.


Eu sempre fui aquela pessoa que todo mundo gosta, o povo dizia que gostava de me ter como amigo. Eu sempre gostei de casa cheia, de receber pessoas para festas. Praticamente não passava um único final de semana sem um churrasco ou evento qualquer regado a muita bebida lá em casa.


Meu nome é Carlos, tenho 51 anos, sou casado com 2 filhos adolescentes. Eu não podia me queixar de nada, tudo era perfeito para mim. Já a minha esposa passou a reclamar que eu estava exagerando nas bebidas, mas como sempre fui um bom provedor, nunca faltou nada na minha casa, nunca percebi que o álcool era um problema, na verdade nem imaginava minha vida sem ele.


Depois de algumas ressacas bem bravas, comecei a chegar atrasado no trabalho. A turma do escritório começou a dizer “Na segunda o Carlos só funciona após as 14hs”, e isso me soou como um alarme. Também comecei a perceber que as minhas coisas estavam ficando muito desorganizadas, e eu sempre fui muito organizado.


Notei que estava perdendo o foco, deixando trabalho pela metade ou querendo deixar para terminar no dia seguinte. Comecei a ficar mais irritado e impaciente para lidar com meus filhos. Adolescentes não são fáceis, e eu acabava tornando tudo ainda mais difícil, começando brigas homéricas com eles e, de tabela, com a minha esposa.

Eu sempre bebia alguma coisa durante a semana, mas nunca foi como quando nos eventos em casa. Então comecei a sentir necessidade de sair para “extravasar” com os amigos durante a semana também, marcando happy-hours após o trabalho. Aí que meu casamento se foi de vez. Minha esposa pediu o divórcio um pouco antes da pandemia e eu passei a me perguntar o que aconteceu comigo, afinal nem meus filhos reclamaram do meu afastamento do lar.


Um dia, enquanto quando navegava nas minhas redes sociais, vi a propaganda do Dei um Tempo. No começo fiquei curioso, pois a mensagem dizia em ressignificar a sua relação com a bebida sem um compromisso eterno.


Havia um evento gratuito no qual me inscrevi. Assisti mais de 1 hora de live e gostei muito do que ouvi, pois não tinha sermão, não tinha aquilo de ficar martelando os malefícios do álcool, tinha um monte de gente com as mesmas dúvidas que as minhas e outras que estavam no programa, e isso me tocou. Resolvi experimentar, afinal não queria perder o controle da minha vida.


O método é interessante, o aplicativo super fácil de usar: um vídeo pela manhã, um podcast (que por sinal é sensacional) e uma reflexão... pensei: por que não? Durante a semana não vou beber e no final de semana dou um tempo do aplicativo. Realmente entrei pensando em me autossabotar!

Incrível, não é? Mas vou dizer foi transformador, comecei em uma segunda, pois é quando a gente começa as coisas e a primeira semana passou tranquila, pois me sentia motivado, as mensagens pareciam que estavam falando diretamente comigo. “Mas como eles me conhecem”, eu pensava. Na rede social então, encontrei um pessoal superbacana, se apoiando, falando sobre suas vitórias e o mais incrível: falando das suas dificuldades e derrotas também.


No primeiro final de semana, eu escrevi: “gente vai ser meu primeiro findi e pretendo não beber, mas sei que não será fácil.” Na sequência, muitas mensagens começaram a chegar pelo App. Eram vários comentários com sugestões e apoio, com palavras de motivação e de casos reais, que aconteceram com os próprios colegas quando estavam no primeiro final de semana deles. Senti um carinho impressionante e então, fortalecido, peguei meu telefone e mandei a seguinte mensagem para os meus amigos: “turma, neste final de semana vou ficar em casa, pois preciso dar um tempo com a bebida e espero que vocês me apoiem.”


E eu recebi de volta um monte de gente tirando sarro da minha cara e naquele final de semana, ninguém apareceu. No começo me deu uma certa tristeza, mas respirei e fui gastar tempo com a minha família. Marquei um almoço com meus filhos, fizemos comida juntos, rimos, saímos para passear e foi demais. Claro que eles me perguntaram: “pai, você não vai beber?”Eu disse, “filhos, estou dando um tempo. A bebida só me fez perder vocês e a mamãe.” Foi indescritível a reação nos olhos deles.


Para encurtar a história: minha vida mudou, voltei a ser aquela pessoa organizada, redescobri o prazer de estar com a minha família. Estou conseguindo guardar dinheiro e praticar meu autocuidado.


Quanto aos amigos? Comecei há pouco tempo a frequentar agora a festa deles. Eu levo a minha cerveja zero e curto do mesmo jeito. Eles falam que estou diferente, que eu era mais engraçado quando bebia, mas aos poucos eles estão se acostumando e percebendo que estou adorando a minha nova versão. Emagreci muito e no trabalho voltei a render como antes. Na verdade, eu rejuvenesci meu corpo e minha mente.


Esse método me ajudou a me enxergar. Não é só sobre dar um tempo no álcool e sobre autoconhecimento. É também sobre autoestima para ter a vida que você quer.

Sobre a bebida ainda não sei, se vou voltar a consumir algum dia, mas sei que ela jamais vai me dominar. E para terminar, eu e minha esposa passamos a “namorar” novamente, resgatando aquele amor que estava adormecido, substituído pelos programas com tanta gente que não contribuía em nada, principalmente quando a falsa amiga “bebida alcóolica” era a homenageada da noite.



Se você se identificou com o Carlos, saiba que ele é um personagem fictício, mas seus relatos foram extraídos de várias histórias absolutamente verdadeiras e comuns nas redes sociais do Dei um Tempo por pessoas reais, que vivem diariamente esses problemas e que lá estão.


Você não está sozinho nesta luta. E nós podemos ajudar você. Não perca tempo e clique aqui para conhecer mais como sair dessa e como funciona nosso método. Sua privacidade é totalmente reservada e você não precisa contar a ninguém que está se cuidando conosco.

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