Cigarro eletrônico faz mal: conheça toda a verdade!

Atualizado: 25 de mai. de 2021

O cigarro eletrônico, também conhecido como vape, é um aparelho pelo qual se pode fumar sem que haja combustão de tabaco. Mas, afinal, cigarro eletrônico faz mal?


Para elucidar de uma vez por todas essas questões, nós da D1T decidimos criar um artigo para explicar por que o cigarro eletrônico é muito nocivo para a sua saúde.


Aliás, desde 2009, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), proibiu a comercialização do vape - RDC 46/2009 - por conta dos malefícios que se causam por conta do uso.


Então sem mais delongas vamos ao conteúdo!


Cuidado: cigarro eletrônico faz mal (e muito)


Embora no início o cigarro eletrônico tenha sido lançado com a promessa de uma forma de fumo com muito menos malefícios, descobriu-se que não é bem assim.


O vape tem um mecanismo que não precisa queimar o tabaco para que haja inalação da nicotina.


Isso por um lado é até bom, porque há inúmeras substâncias tóxicas relacionadas ao tabaco.


Mas, não se iluda, porque a nicotina não é a “mocinha” da história.


Aliás, a nicotina é a substância do cigarro que causa dependência.


Ou seja, o que faz uma pessoa se viciar no cigarro é, basicamente, a nicotina.


O cigarro eletrônico possui um recipiente no qual se coloca uma essência líquida rica em nicotina.


Além disso, a nicotina do vape não só é inspirada para os pulmões do fumante, mas também é exalada na fumaça gerada pelo fumo.


Então, todos os malefícios do cigarro eletrônico relacionados com a nicotina, são passados de forma passiva para quem estiver ao redor do fumante.


O que muita gente não sabe é que o cigarro eletrônico pode fazer mais mal do que o convencional.


Sabe por quê? Venha ver!


Porque o cigarro eletrônico faz mais mal que o convencional


Claro que, de forma geral, o cigarro normal é mais nocivo que o eletrônico.


Mas certos aspectos do vape são altamente nocivos e precisam ser observados.


Embora algumas essências do vape não tenham nicotina, não se pode pensar que elas são inofensivas.


De acordo com dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), uma das maiores entidades de saúde dos EUA, o cigarro eletrônico não é nada inócuo.


Isso fica constatado pois o solvente (essência líquida) usada pelo vaper (aquele que faz uso do vape), quando aquecido a uma temperatura de 150ºC libera 10x mais formol (formaldeído) que o cigarro padrão.


Se você não sabe, o formol pode causar uma série de cânceres no corpo.


Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o formol é uma substância carcinogênica do grupo 1, isto é, há evidências científicas robustas de que essa fórmula causa câncer.


Sem contar nos inúmeros outros problemas de saúde que o formol pode causar para sua saúde: problemas respiratórios (bronquite, faringite, laringite), dor de cabeça, ardor nos olhos.


Uma série de substâncias químicas que também fazem mal são usadas para fabricar os solventes que dão sabores diferentes para o cigarro eletrônico.


O que há além do mal que faz o cigarro eletrônico?


É preciso dizer que não se sabe com 100% de segurança os males que o cigarro eletrônico acarreta ao corpo humano.


Pois, na verdade, o uso em massa do vape ainda é muito recente.


Apesar de sua descoberta remontar a década de 1960, ele só se tornou “febre” no início dos anos 2000 quando se popularizou seu uso em substituição ao cigarro normal.


Nesse sentido, pesquisas mostram relações “misteriosas” entre quadros respiratórios graves e pessoas que fazem uso crônico de vape.


Alguns dos sintomas notados nessas condições são:


● Falta de ar;

● Tosse;

● Vômitos;

● Febre;

● Cansaço excessivo.


Os pesquisadores pensam que o quadro de insuficiência pulmonar pode ter relação com as substâncias químicas ligadas ao cigarro eletrônico.


Além de diminuir a capacidade respiratória, aumenta-se os riscos de desenvolver quadros infecciosos letais, sobretudo, hoje, decorrentes do COVID-19.


A proibição do cigarro eletrônico em 2009 funcionou?


Como você deve saber, há muitas pessoas que fazem uso do cigarro eletrônico ainda hoje.


Mas será que isso é ilegal?


Na verdade, depende.


Porque o que é proibido pela RDC 46/2009 da ANVISA é a venda do vape eletrônico no Brasil.


Isso se deu por falta de evidências científicas de que o cigarro eletrônico é útil para parar de fumar e por inúmeras evidências que mostram o mal que o aparelho faz.


Contudo, acontece que muita gente fuma cigarro eletrônico no Brasil, porque compra-se de outros países (nos quais a venda do vape é permitida) ou foi comprado antes de 2009, quando a comercialização ainda era permitida.


Por isso, embora haja a resolução, o uso do cigarro eletrônico no Brasil é ainda de simples acesso.


Quero parar de fumar: faz mal usar o cigarro eletrônico?


Muita gente ainda quer justificar o uso do cigarro eletrônico como uma forma de parar de fumar o convencional.


Todavia, a realidade é que não há nenhuma indicação médico-científica de uso do vape como artifício para parar de fumar.


O que há e é comprovadamente eficaz é a chamada Terapia de Reposição de Nicotina (TRN).


Por meio da TRN substitui-se temporariamente o cigarro por pastilhas, chicletes ou até mesmo adesivos de nicotina.


A TRN ajuda a conter os efeitos da abstinência do cigarro sem causar tantos prejuízos como o cigarro eletrônico, por exemplo.


Há uma série de evidências que mostram que a TRN é eficaz para quem quer parar de fumar.


Conclusão


Por fim, você deve ter percebido o quão mal faz o cigarro eletrônico, não é?


O vape eletrônico não só pode conter a nicotina que é a substância viciante do cigarro, mas também uma série de substâncias tóxicas provenientes da combustão da essência (como, por exemplo, o formol).


Por isso, se você quiser dar um tempo no cigarro, busque ajuda série e cientificamente comprovada.



Nós da D1T contamos com uma equipe de profissionais de ponta para te ajudar.


Quer saber mais?


Dá uma olhada nas nossas jornadas para dar um tempo no tabaco!

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